• Segunda-feira , 10 Agosto 2020

Mundo a beira do caos chamado Coronavirus CodVid-19

Esta postagem foi publicada em 14 de Março de 2020

Última atualização: 01:09

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Coronavirus, ameaça, oportunidade, alguém lucra e alguém toma prejuízo

O Coronavírus não só está fazendo vitimas em todo mundo, como colocando a população mundial em pânico nos últimos meses. Além do medo generalizado as pessoas, então se resguardando em suas casas e cidades. A Itália. Por exemplo está sobe quarentena, a intervenção do poder público restringe o acesso a praças, academias, shopping e locais de aglomerações, algo jamais visto na história desde o holocausto.

Pontos importantes do turismo italiano como Roma, Praça de São Pedro, Vaticano, as missas celebradas pelo Papa Francisco foram todas canceladas, por causa da disseminação do vírus entre a população. O COD-19 nome dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde para o Coronavírus), está não só afetando a vida das pessoas, como a própria economia local e mundial.

Setores como turismo, incluindo hotelaria, pacotes turísticos cruzeiros e os eventos musicais estão sofrendo uma terrível desaceleração nem suas finanças. Os principais eventos ligados à feira de tecnologia, lançamento de filmes, lançamento de produtos, incluindo o Salão do Automóvel no Brasil e também na Europa, sofrem com essa pandemia global do COD-19.

Eventos importantes como Tomorrowland Winter nos Alpes Frances, Ultra Music Festival na cidade de Miami, e agora o Coachella na cidade da Califórnia, teve alterado sua data para outubro de 2020. O grande impacto que está gerando na economia global, já pode ser sentido nas bolsas de valores do mundo, inteiro. Alguns dos principais especialistas em risco politico e financeiro acreditam que podemos estar a beira de uma grande resseco global igual ou pior de 2007/2008 causada, pela desvalorização do mercado imobiliário norte americano.

A falta de controle financeiro das chamadas primes. Que levou o mundo a um caos, e uma crise no mundo inteiro. O fator psicológico também atrapalha nessa hora, a ansiedade, caos, as fakes news, a proliferação de noticias falsas dos chamados anti-vacinas. Tudo isso começa a gerar um certo desconforto na população mundial.

Vale ressaltar que o vírus está se proliferando em regiões de frio, no caso da Europa e América do Norte, onde a incidência de pessoas contaminadas fora da China e muito alta. Embora não seja considerado letal, e atinja mais os idosos, cada país atua como pode.

No Brasil, por exemplo, existem até o momento quase 1000 casos suspeitos e cerca de 40 confirmados. O preço do barril caiu em média 30% e ações da Petrobras registraram queda história. O que causa estranheza por parte da população é que quando o preço do barril sobe, o repasse é imediato para o consumidor final nos postos de gasolina, agora que caiu a sociedade aguarda a redução do valor proporcionalmente também.

Embora o dólar esteja próximo a R$ 5,00 e o euro cerca de R$ 6,00. As companhias aéreas e o setor hoteleiro mundial registra grande queda nas vendas. Em alguns roteiros turísticos mundiais é possível encontrar uma redução de cerca de 50% do valor do pacote. Mas quem se arrisca a viajar agora?

O âmbito politico no tocante a saúde, sabemos que o SUS (Sistema Único de Saúde), não possui os mesmos recursos de países de primeiro mundo. Por isso esta até precário a realização de um simples exame de sangue para detectar a doença. Uma medida que o governo discute é obrigar os planos de saúde a realizar o exame.

Empresas como a XP investimento já aderiram ao homioffice, pois 2 funcionários já contraíram o vírus. E o Brasil tomará medidas drásticas como a Alemanha? Vai restringir o acesso a locais públicos de grande circulação?

Matéria por

Sérgio Lima Junior e Rodrigo Lico

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