• Segunda-feira , 3 Agosto 2020

Governo Federal detalha ações econômicas implementadas para minimizar os impactos da pandemia

Esta postagem foi publicada em 30 de Abril de 2020

Última atualização: 04:21

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Foto: Alan Santos/PR

esta quarta-feira (29), os ministros da Casa Civil, general Braga Netto, e da Economia, Paulo Guedes, participaram da coletiva de imprensa, realizada no Palácio do Planalto e detalharam as ações do Governo Federal no combate aos impactos da pandemia do novo coronavírus.

O chefe da Casa Civil informou que já foram repatriados 18 mil brasileiros e explicou um pouco mais sobre o programa Pró-Brasil. “Os ministros começaram a procurar a Casa Civil para apresentar programas de investimentos e crescimento do País. Assim, começamos a trabalhar na integração de todos esses programas. Ainda não temos valores a apresentar sobre o Pró-Brasil, mas não vamos sair do trilho programado pela Economia. E quem vai priorizar as ações no final é o presidente da República”.

O chefe da Casa Civil também agradeceu as ações voluntárias, como por exemplo o projeto do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) “Iniciativa + Manutenção de Respiradores”  para conserto de respiradores que não estejam em plenas condições de uso; e a doação de R$ 2,8 bilhões feita pelo laboratório Bayer para o combate ao novo coronavírus.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, também disse que o presidente Jair Bolsonaro defende um programa econômico muito claro. “O formato antigo de juros muito altos e impostos elevados prejudicou a economia. Hoje estamos reduzindo e simplificando impostos, baixando os juros e mantendo o câmbio num patamar que estimule as exportações”, disse.

“Temos um programa de descentralização de recursos, promessa de campanha do presidente que sempre defendeu mais Brasil e menos Brasília. Vamos descentralizar recursos para estados e municípios. O presidente determinou que nenhum brasileiro vai perder vidas ou emprego, que ninguém ficará para trás”, reforçou Paulo Guedes.

Guedes enfatizou ainda que: “hoje são 60 milhões de pessoas recebendo o benefício emergencial de R$ 600. Isso é algo inédito. O que outros governos demoraram anos para fazer, fizemos em meses. Também estamos suplementando o salário do trabalhador que o patrão não pode pagar”.

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