• Sexta-feira , 7 Agosto 2020

Bruno Covas, prefeito de São Paulo, é o próximo entrevistado na ‘Live JR’, nesta quinta-feira (28)

Esta postagem foi publicada em 27 de Maio de 2020

Última atualização: 04:28

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Nesta quinta-feira (28), Bruno Covas, prefeito de São Paulo, será o entrevistado da ‘Live JR’, mais um produto digital do Jornal da Record. Os apresentadores Eduardo Ribeiro e Celso Freitas, e a repórter Giovanna Risardo irão conduzir a entrevista. A ‘Live JR’ é transmitida pelas redes sociais do Jornal da Record, pela Record News e pelo portal R7. Os internautas podem enviar suas perguntas previamente pelas redes sociais.

A ‘Live JR’ exibe ao vivo entrevistas conduzidas pelo time de jornalistas do JR com personalidades da política brasileira, toda segunda e quinta-feira, às 17h. Os melhores momentos são repercutidos no Jornal da Record, às 19h45, e nas edições de terça e sexta-feira do Fala Brasil, que entra no ar às 8h45.

Lives JR

Na estreia da ‘Live JR’, a entrevistada foi Tereza Cristina, ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que abordou assuntos como os reflexos da pandemia de covid-19 para o agronegócio mundial. Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, participou da ‘Live JR’ exibida na última sexta-feira. O Deputado disse estar focado no enfrentamento da pandemia. “A crise econômica está dada de qualquer jeito. Não tem saída. O vírus vai atingir a atividade econômica”, destacou. Sobre as afirmações mais enfáticas de alguns membros da alta cúpula do governo, Maia disse que alguns ministros “não precisam de reuniões reservadas para serem agressivos e atacar as instituições”. “Isso acontece há algum tempo, principalmente com o ministro da Educação e o ministro da GSI, General Heleno”, pontou o deputado.

Nesta segunda-feira (25), a entrevista foi com Robson Andrade, Presidente da Confederação Nacional da Indústria que abordou a falta de planos para retomada no Brasil e entre as questões respondeu às declarações do ministro Paulo Guedes que falou que a recuperação do Brasil virá pelo setor privado, já que segundo o ministro: “O Brasil quebrou”. “Não acredito que o Brasil quebrou, mas já estamos em uma fase de calamidade, vamos passar por um período muito difícil este ano e o próximo ano como também a gente não imaginava, vai ser muito difícil, a recuperação vai ser muito lenta, mas o capital privado no Brasil não vai ter recursos para investimento”, rebateu. Questionado se a incerteza política retarda a retomada da economia, respondeu: “Isso é uma insegurança que traz um alerta para investidores e para o ambiente de negócios e para os consumidores, estas questões políticas trazem uma névoa para o país e ficamos sem saber para que lado nós vamos”,

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